
São Romão preserva as construções, enquanto o futuro nasce gentil, repleto de força, esperança e alegria.

Ela se diz feliz de tudo. E quando fala sobre o que sente por ter filhos “sem mancha”, livres das coisas feias do mundo moderno, se emociona. Diz que é por orgulho. Por puro amor. Feito a natureza.

Com a típica paciência mineira, Zé pede esperança. A mesma que zela pelo rio, pelo homem e por seu trabalho.

É o tempo, este tempo danado, que nos encanta, quando canta pelas doces lembranças do Seu Aurélio: Tenha pena de mim, não posso mais, oh meu amor, oh meu Senhor, não volta mais.

Patrimônio histórico e referencia da navegação no rio São Francisco, o Benjamim Guimarães desliza sobre as águas e transborda charme e lembranças.
























